Primeira sessão do CinematograFinho exibe “Filhos do Paraíso”. Dia 11/8 (sábado), na Saladearte Cinema do Museu

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No próximo dia 11 de agosto, às 16h30, o CinematograFinho na Saladearte – Cinema do Museu exibe o filme: “Filhos do Paraíso”. A classificação etária é livre e a versão é legendada especialmente para facilitar a leitura por parte das crianças. Ingressos à venda no local (o Cinema do Museu fica no Corredor da Vitória).

O Cinematografinho exibirá filmes que tematizam o universo infantil e/ou valorizem o olhar e o protagonismo de crianças, mas que sejam interessantes tanto para adultos, quanto para jovens e crianças.

O premiado filme iraniano “Filhos do Paraíso” (1998), nos conta a história de dois irmãos, Ali e Zahra, provenientes de uma família humilde de Teerã. Ali, um garoto de nove anos, leva ao sapateiro o par de sapatos velho da sua irmã mais nova Zahra, para reparos, mas o perde no caminho de casa. O detalhe: o sapatinho perdido é o único de Zahra. A partir daí os irmãos passam por muitas aventuras, estabelecendo-se uma cumplicidade sensível entre os dois.

A classificação indicativa é livre. A exibição será com áudio original e legendas em português. A Duração do filme é de 88 min. Colorido.

Mais sobre “Filhos do Paraíso”:

O filme é um retrato simultaneamente tocante e agudo, terno e profundo do universo da infância, equilibrando crítica social, sofrimento, alegria e sensibilidade. Estética e formalmente expressivo (uma marca do cinema iraniano), a obra aborda temas profundos de maneira simples, buscando falar às sensibilidades de todas as idades.

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CinematograFinho: o universo da infância para crianças e adultos

g3545O cinema e o universo da infância sob o olhar tanto de adultos quanto de crianças, juntos! É o que propõe o CinematograFinho, mostra de filmes com sessões mensais, fruto da parceria entre o Circuito Saladearte, o Cinematógrafo e a Escola Via Magia.

A iniciativa, de certa forma, é um desdobramento do Cinematógrafo, mostra mensal que já acontece desde 2016 em Salvador, mas que é voltada para um público de jovens e adultos, e cuja curadoria é dos cineastas e pesquisadores Camele Queiroz e Fabricio Ramos. Para Camele, a experiência do Cinematógrafo inspirou o CinematograFinho.

O Circuito Saladearte, parceiro do Cinematógrafo, propôs a nova ação e busca envolver escolas que valorizam a arte como vivência formadora para pensar o formato da mostra, sempre aberto às dinâmicas que o desafio de reunir crianças e adultos num mesmo ambiente e em torno de uma mesma atividade colocam. Assim entrou a Escola Via Magia.

Para Camele, “os filmes do CinematograFinho valorizam o protagonismo do olhar da infância presente em todos nós, por isso interessante tanto para crianças quanto para jovens e adultos, independente das idades. A ideia é incentivar nas crianças, quem sabe, uma relação mais duradoura e reflexiva com os filmes e com o cinema. Para isso, inclusive, sempre que possível, adaptaremos as legendas para facilitar a leitura do público infantil”.

Para Fabricio Ramos, “o esforço do CinematograFinho é o de aliar um programa lúdico dando atenção ao sentimento de inquietude inerente à criança diante da grande novidade do mundo, inquietude da qual os adultos também não são isentos”.

O Circuito Saladearte propõe orientar o espaço para atender a demanda especial, oferecendo espaço para conversas após as sessões, reunindo crianças e adultos, para aqueles que quiserem estender a experiência de ver o filme trocando as primeiras impressões. Importante notar que o CinematograFinho possibilita o acesso a filmes que dificilmente estariam disponíveis para serem vistos numa sala de cinema. Oferece, portanto, uma oportunidade!

A primeira sessão será no dia 11 de agosto (sábado), na Saladearte – Cinema do Museu, às 16h30. Os ingressos serão vendidos normalmente e a programação mensal do CinematograFinho pode ser conferida no site do Circuito Saladearte e na página da mostra nas redes sociais.

Ingressos serão vendidos no local.

O filme exibido será “Filhos do Paraíso”, de Majid Majid (1998, Irã).

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O premiado filme iraniano “Filhos do Paraíso”, nos conta a história de dois irmãos, Ali e Zahra, provenientes de uma família humilde de Teerã. Ali, um garoto de nove anos, leva ao sapateiro o par de sapatos velho da sua irmã mais nova Zahra, para reparos, mas o perde no caminho de casa. O detalhe: o sapatinho perdido é o único de Zahra. A partir daí os irmãos passam por muitas aventuras, estabelecendo-se uma cumplicidade sensível entre os dois.

Mais sobre “Filhos do Paraíso”:

O filme é um retrato simultaneamente tocante e agudo, terno e profundo do universo da infância, equilibrando crítica social, sofrimento, alegria e sensibilidade. Estético e formalmente expressivo (uma marca do cinema iraniano), a obra aborda temas profundos de maneira simples, buscando falar às sensibilidades de todas as idades. A classificação indicativa é livre. A exibição será com áudio original e legendas em português. A Duração do filme é de 88 min. Colorido.

TRAILER:

“Quarto Camarim” participa da Mostra TRANSdocumenta em São Paulo

Mostra de cinema, promovida pelo Pacto Global da ONU, acontece em julho, em São Paulo. A sessão de Quarto Camarim será no dia 8, no Museu da Imagem e do Som – MIS.

Poster Quarto CamarimA Rede Brasil do Pacto Global da ONU e a Assessoria Especial para Assuntos Internacionais (AEAI) do governo de São Paulo promovem neste mês e em julho o festival de cinema TRANSdocumenta. A sessão de Quarto Camarim será no Museu da Imagem e do Som (MIS) e será seguida de um “painel sobre pessoas trans no mundo da arte”.

A TRANSdocumenta vai exibir oito filmes de longa e curta-metragem, nacionais e estrangeiros, que abordam o tema da transexualidade. A iniciativa também promoverá atividades culturais, mesas-redondas, pocket shows e a feira de empreendedores LGBTI+, que acontece no encerramento do festival.

A Mostra é parte da agenda “O Mundo Que Queremos”, uma parceria do Pacto Global e da AEAI para comemorar, ao longo de 2018, os 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, ratificada por todos os países-membros da ONU em 10 de dezembro de 1948.

Mais informações no site nacoesunidas.org

 

Quarto Camarim tem exibição em Aracaju no dia 28/4, pela Sessão Abraccine

A sessão Abraccine de Quarto Camarim em Aracaju será no dia 28 de abril de 2018, no Cine Vitória, às 17h.

ABRACCINE geral

Como parte da terceira edição da Sessão Abraccine, evento promovido pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine), o longa metragem Quarto Camarim, de Fabricio Ramos e Camele Queiroz, contemplada pelo Rumos Itaú Cultural 2015-2016, terá sua  exibição no dia 28 de abril, no Cine Vitória, em Aracaju, às 17h. 

Após participação em três festivais internacionais, com sessões ocorrendo na Venezuela, na República Dominicana e no Canadá, o filme participa de um ciclo de exibições que vem sendo realizadas em diversas capitais brasileiras. A Abraccine já realizou sessões de Quarto Camarim em Goiânia (GO), São Luís (MA), Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS), Rio de janeiro (RJ), Salvador (BA), Belém (PA), Fortaleza (CE) e João Pessoa (PB). Outra capital já com data confirmada é Belo Horizonte, que terá sua sessão acontecendo em 27 de abril, no Cine Humberto Mauro, e em São Paulo, no Cine Sesc em 30 de abril. Ainda com datas a definir para o mesmo mês, a Sessão Abraccine acontecerá, também, em Brasília e Recife. Como parte dos eventos, debates com a presença de importantes nomes da crítica e o público presente serão realizados ao final de cada sessão.

Em Aracaju, o debate pós-sessão será mediado pela professora do curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal de Sergipe (UFS), Suyene Correia Santos, e contará com a participação da assistente social, psicóloga e fundadora da UNIDAS – Associação de Travestis Unidas Pela Cidadania, Eliana Chagas Silva, bem como de Jessica Taylor dos Santos, integrante da Casa Janaina Dutra, instituição de suporte às trans vitima de violência.

Para o presidente da Associação Brasileira de Críticos de Cinema, Paulo Henrique Silva, a Sessão Abraccine busca apresentar um olhar diversificado sobre os filmes. “A produção no país continua forte, mas a reflexão cinematográfica, fundamental para a construção de uma identidade brasileira nas telas, vem sofrendo um grande déficit, com filmes entrando e saindo de cartaz sem o devido debate”, afirma Paulo Henrique.

Sobre o filme

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Quarto Camarim é o primeiro longa-metragem dos diretores Camele Queiroz e Fabricio Ramos. O filme, por meio de uma abordagem documental, mostra o reencontro, depois de vinte e sete anos, entre uma sobrinha, que é a própria diretora, e a sua tia, com quem não manteve nenhum contato desde a sua infância. Sua tia se chama Luma, é travesti, trabalha como cabeleireira e vive em São Paulo.

Narrativamente, o filme assume contornos dramáticos e estéticos que partem de uma relação corpo a corpo entre duas individualidades, cujas tensões são mediadas pelo próprio cinema. O resultado, segundo a dupla de cineastas, é uma obra de mise-en-scène compartilhada entre a diretora e a tia, que protagonizam o longa. Sem abrir mão da abordagem temática sensível de impacto político e social, Quarto Camarim elabora cinematograficamente um testemunho de vivência pessoal e íntima.

Para a dupla de cineastas, a iniciativa da Sessão Abraccine tem um impacto de mudança de paradigma, num cenário no qual são conhecidas as imensas dificuldades que um longa independente enfrenta para obter visibilidade no cenário cultural. “Há uma dupla importância na ação da entidade que, além de promover o acesso a um público variado, de diferentes cidades em diferentes salas (um público provavelmente mais diversificado do aquele predominante nos festivais),valoriza o estatuto da crítica (eventualmente diminuído nos festivais pelas pressões naturais de curadorias e júris), aproximando a perspectiva da crítica à intervenção aberta do público, já que o evento estimula a participação do público nas conversas após cada sessão,com a presença de outros debatedores e mediadores além do próprio crítico de cinema”, afirmam Camele e Fabrício.

Sobre o Rumos Itaú Cultural

O Itaú Cultural mantém o programa Rumos desde 1997. Este que é um dos primeiros editais do Brasil para a produção e a difusão de trabalhos de artistas, produtores e pesquisadores brasileiros, já ultrapassou os 52 mil projetos inscritos vindos de todos os estados do país e do exterior. Destes, foram contempladas mais de 1,3 mil propostas nas cinco regiões brasileiras, que receberam o apoio do instituto para o desenvolvimento dos projetos selecionados nas mais diversas áreas de expressão ou de pesquisa.

Os trabalhos resultantes da seleção de todas as edições foram vistos por mais de 6 milhões de pessoas em todo o país. Além disso, mais de mil emissoras de rádio e televisão parceiras divulgaram os trabalhos selecionados.

Nesta edição de 2017-2018, os 12.616 projetos inscritos serão examinados, em uma primeira fase seletiva, por uma comissão composta por 40 avaliadores contratados pelo instituto entre as mais diversas áreas de atuação e regiões do país.

Em seguida, passarão por um profundo processo de avaliação e análise por uma Comissão de Seleção multidisciplinar, formada por 22 profissionais que se inter-relacionam com a cultura brasileira, incluindo gestores da própria instituição.

 Sobre a mediadora e convidadas:

SUYENE CORREIA SANTOS: Jornalista, crítica de cinema e professora do curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal de Sergipe (UFS). Mestre em Comunicação pelo Programa de Pós-graduação em Comunicação da UFS e especialista em Jornalismo Cultural pela Universidade Tiradentes (UNIT). Trabalhou como repórter responsável pelo Caderno de Variedades do Jornal da Cidade (SE) de 2002 a 2015 e, em 2006, criou o blog cultural Bangalô Cult. É membro da Associação Brasileira de Críticos de Cinema (ABRACCINE), tendo participado de júris em festivais nacionais e internacionais, a exemplo do Festival de Gramado, Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Festival Audiovisual Mercosul e Festival Iberoamericano de Sergipe (Curta—SE). Ministra cursos e oficinas ligados à área de cinema.

ELIANA CHAGAS SILVA: Assistente social, psicóloga, fundadora da UNIDAS- Associação de Travestis Unidas na Luta Pela cidadania, Voluntária desde 1998. Realizando diversas atividades, acompanhando as Pessoas Trans em busca de seus Direitos civis e à Saúde. Desenvolve atividades assistenciais com PVHA – Pessoas Vivendo com HIV/AIDS desde 1996.  Realiza reuniões com essa população mensalmente, reforçando a adesão ao tratamento e orientando essa população para a busca de uma melhor qualidade no tratamento do HIV/AIDS

JESSICA TAYLOR DOS SANTOS

Fundadora e atual Presidenta da UNIDASE da Casa Janaina Dutra. Realiza trabalhos e prevenção em DST/AIDS. Promove assistência ás trans vitimas  de violência, além de coordenar projetos de testes de HIV com fluido oral.

Sessão Abraccine exibe “Quarto Camarim” em Salvador no dia 27 de março

Depois de passar por festivais internacionais e de exibições em várias cidades brasileiras promovidas pela Sessão Abraccine, “Quarto Camarim” tem sessão especial em Salvador, no Cinema da UFBA – Saladearte

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Como parte da terceira edição da Sessão Abraccine, projeto de difusão promovido pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine), o longa metragem Quarto Camarim, de Fabricio Ramos e Camele Queiroz, será exibido em Salvador no dia 27 de março (terça), às 19h, no Cinema da UFBA – Saladearte.

O debate pós-sessão contará com a participação da dupla de cineastas Camele Queiroz e Fabricio Ramos. O papo será mediado pelo professor Djalma Thürler, do Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade e professor associado do Instituto de Humanidades, Artes e Ciências (IHAC) da Universidade Federal da Bahia. A entrada é gratuita.

Após participação em três festivais internacionais, com sessões ocorrendo na Venezuela, na República Dominicana e no Canadá, o filme participa de um ciclo de exibições que vem sendo realizadas, entre março e abril deste ano, em diversas capitais brasileiras. Como parte dos eventos, debates com a presença de importantes nomes da crítica e o público presente serão realizados ao final de cada sessão. O filme já teve sessões Abraccine em Goiânia (GO), São Luís (MA), Florianópolis (SC), Rio de Janeiro (RJ) e Belém (PA). Ainda irá, em datas a serem definidas, para Fortaleza (CE), João Pessoa (PB), Porto Alegre (RS), Recife (PE), São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF) e Natal (RN).

ABRACCINE geral

Para o presidente da Associação Brasileira de Críticos de Cinema, Paulo Henrique Silva, a Sessão Abraccine busca apresentar um olhar diversificado sobre os filmes. “A produção no país continua forte, mas a reflexão cinematográfica, fundamental para a construção de uma identidade brasileira nas telas, vem sofrendo um grande déficit, com filmes entrando e saindo de cartaz sem o devido debate”, afirma Paulo Henrique.

Sobre Quarto Camarim

Quarto Camarim é o primeiro longa-metragem dos diretores Camele Queiroz e Fabricio Ramos. O filme, por meio de uma abordagem documental, mostra o reencontro, depois de vinte e sete anos, entre uma sobrinha, que é a própria diretora, e a sua tia, com quem não manteve nenhum contato desde a sua infância. Sua tia se chama Luma, é travesti, trabalha como cabeleireira e vive em São Paulo.

Poster Quarto CamarimNarrativamente, o filme assume contornos dramáticos e estéticos que partem de uma relação corpo a corpo entre duas individualidades, cujas tensões são mediadas pelo próprio cinema. O resultado, segundo a dupla de cineastas, é uma obra de mise-en-scène compartilhada entre a diretora e a tia, que protagonizam o longa. Sem abrir mão da abordagem temática sensível de impacto político e social, Quarto Camarim elabora cinematograficamente um testemunho de vivência pessoal e íntima.

Para a dupla de cineastas, a iniciativa da Sessão Abraccine tem um impacto de mudança de paradigma, num cenário no qual são conhecidas as imensas dificuldades que um longa independente enfrenta para obter visibilidade no cenário cultural. “Há uma dupla importância na ação da entidade que, além de promover o acesso a um público variado, de diferentes cidades em diferentes salas (um público provavelmente mais diversificado do aquele predominante nos festivais),valoriza o estatuto da crítica (eventualmente diminuído nos festivais pelas pressões naturais de curadorias e júris), aproximando a perspectiva da crítica à intervenção aberta do público, já que o evento estimula a participação do público nas conversas após cada sessão,com a presença de outros debatedores e mediadores além do próprio crítico de cinema”, afirmam Camele e Fabrício.

 Sobre o mediador convidado:

DJALMA THÜRLER é especialista em gestão e políticas culturais pela Universidade de Girona (ES), investigador pleno do CULT – Centro de Pesquisa Multidisciplinar em Cultura, da UFBA e investigador colaborador do ILCML – Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa, da Universidade do Porto (Portugal). É diretor artístico e dramaturgo da ATeliê voadOR Companhia de Teatro (www.atelievoador.com.br) com estágio de Pós-Doutoramento em Literatura e Crítica Literária pela PUC/São Paulo. É professor permanente do Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade e professor associado do Instituto de Humanidades, Artes e Ciências (IHAC) da Universidade Federal da Bahia. Coordena o CuS – grupo de Pesquisa em Cultura e Sexualidade (UFBA).

Sobre o Rumos Itaú Cultural

O Itaú Cultural mantém o programa Rumos desde 1997. Este que é um dos primeiros editais do Brasil para a produção e a difusão de trabalhos de artistas, produtores e pesquisadores brasileiros, já ultrapassou os 52 mil projetos inscritos vindos de todos os estados do país e do exterior. Destes, foram contempladas mais de 1,3 mil propostas nas cinco regiões brasileiras, que receberam o apoio do instituto para o desenvolvimento dos projetos selecionados nas mais diversas áreas de expressão ou de pesquisa.

Os trabalhos resultantes da seleção de todas as edições foram vistos por mais de 6 milhões de pessoas em todo o país. Além disso, mais de mil emissoras de rádio e televisão parceiras divulgaram os trabalhos selecionados.

Nesta edição de 2017-2018, os 12.616 projetos inscritos serão examinados, em uma primeira fase seletiva, por uma comissão composta por 40 avaliadores contratados pelo instituto entre as mais diversas áreas de atuação e regiões do país.

Em seguida, passarão por um profundo processo de avaliação e análise por uma Comissão de Seleção multidisciplinar, formada por 22 profissionais que se inter-relacionam com a cultura brasileira, incluindo gestores da própria instituição.

 

“Muros” e “Profissão de vaqueiro” são exibidos no Fórum Social Mundial 2018

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Como parte da programação do Fórum Social Mundial 2018, que acontece em Salvador, serão exibidos, no evento “A Cidadania e a Identidade Social”, dois filmes dirigidos pelos cineastas Camele Queiroz e Fabricio Ramos: “Muros” (24min, 2015), que estabelece uma relação entre Brasil e Palestina a partir do olhar do fotógrafo Rogério Ferrari; e “Regulamentação da Profissão de Vaqueiro” (30min, 2013), que acompanha a viagem de vaqueiros do nordeste ao Senado Federal para acompanharem a regulamentação da profissão.

Depois da sessão haverá debate com os diretores. A mediação é de Paulo A. Magalhães, Professor e jurista, com largo histórico de atuação nos movimentos de luta pela terra, e do antropólogo Washington Queiroz, referência no tema dos saberes e fazeres dos vaqueiros do sertão.

O evento, proposto ao Forum Social Mundial pelo CINEJU – o Cinema através do olhar jurídico (FTC – Comércio), coordenado pelo prof. Paulo A. Magalhães, acontece no dia 13 de março, às 9h, no Auditório do Pavilhão de Aulas Glauber Rocha (PAF III), no Campus de Ondina da Universidade Federal da Bahia (UFBA).

O Fórum Social Mundial (FSM) é um evento altermundialista organizado por movimentos sociais de vários continentes, com objetivo de elaborar alternativas para uma transformação social global. Seu slogan é Um outro mundo é possível.

“Quarto Camarim” terá sessões em cinemas de 13 cidades do país na terceira edição da Sessão Abraccine

Do site da ABRACCINE

Quarto Camarim, longa de estreia dos cineastas Fabricio Ramos e Camele Queiroz, terá exibição em treze cidades brasileiras na terceira edição da Sessão Abraccine. Na primeira etapa, o filme, inédito no Brasil, será exibido em Goiânia, São Luís,  Florianópolis, Rio de Janeiro, Belém, Porto Alegre e Salvador durante o mês de março. Na segunda fase, que acontece no mês de abril, Quarto Camarim contará com Sessões Abraccine em São Paulo, Recife, Fortaleza, Brasília, Belo Horizonte e João Pessoa, sendo estas com datas ainda a serem definidas.

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Começa nessa segunda-feira, a terceira edição da Sessão Abraccine, evento promovido pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine). O longa metragem Quarto Camarim, de Fabricio Ramos e Camele Queiroz, contemplado pelo Rumos Itaú Cultural 2015-2016terá sua exibição em mais de dez cidades brasileiras durante os meses de março e abril.

Na primeira etapa, o filme, inédito no Brasil, será exibido em Goiânia, São Luís,  Florianópolis, Rio de Janeiro, Belém, Porto Alegre e Salvador durante o mês de março. Na segunda fase, que acontece no mês de abril, Quarto Camarim contará com Sessões Abraccine em São Paulo, Recife, Fortaleza, Brasília, Belo Horizonte e João Pessoa, sendo estas com datas ainda a serem definidas.

Após participação em três festivais internacionais, com sessões ocorrendo na Venezuela, na República Dominicana e no Canadá, Quarto Camarim terá sua estreia no Brasil, sendo que, juntamente com as exibições, uma série de debates com a presença de importantes nomes da crítica e o público presente serão realizados ao final de cada sessão. No Rio de Janeiro e em Salvador, a dupla de realizadores estará presente para enriquecer ainda mais o debate.

Para o presidente da Associação Brasileira de Críticos de Cinema, Paulo Henrique Silva, a Sessão Abraccine busca apresentar um olhar diversificado sobre os filmes. “A produção no país continua forte, mas a reflexão cinematográfica, fundamental para a construção de uma identidade brasileira nas telas, vem sofrendo um grande déficit, com filmes entrando e saindo de cartaz sem o devido debate”, afirma Paulo Henrique.

Poster Quarto Camarim

Quarto Camarim é o primeiro longa-metragem dos diretores Camele Queiroz e Fabricio Ramos. O filme, por meio de uma abordagem documental, mostra o reencontro, depois de vinte e sete anos, entre uma sobrinha, que é a própria diretora, e a sua tia, com quem não manteve nenhum contato desde a sua infância. Sua tia se chama Luma, é travesti, trabalha como cabeleireira e vive em São Paulo.

Narrativamente, o filme assume contornos dramáticos e estéticos que partem de uma relação corpo a corpo entre duas individualidades, cujas tensões são mediadas pelo próprio cinema. O resultado, segundo a dupla de cineastas, é uma obra de mise-en-scène compartilhada entre a diretora e a tia, que protagonizam o longa. Sem abrir mão da abordagem temática sensível de impacto político e social, Quarto Camarim elabora cinematograficamente um testemunho de vivência pessoal e íntima.

Para a dupla de cineastas, a iniciativa da Sessão Abraccine tem um impacto de mudança de paradigma, num cenário no qual são conhecidas as imensas dificuldades que um longa independente enfrenta para obter visibilidade no cenário cultural. “Há uma dupla importância na ação da entidade que, além de promover o acesso a um público variado, de diferentes cidades em diferentes salas (um público provavelmente mais diversificado do aquele predominante nos festivais),valoriza o estatuto da crítica (eventualmente diminuído nos festivais pelas pressões naturais de curadorias e júris), aproximando a perspectiva da crítica à intervenção aberta do público, já que o evento estimula a participação do público nas conversas após cada sessão,com a presença de outros debatedores e mediadores além do próprio crítico de cinema”, afirmam Camele e Fabrício.

Sobre o Rumos Itaú Cultural

O Itaú Cultural mantém o programa Rumos desde 1997. Este que é um dos primeiros editais do Brasil para a produção e a difusão de trabalhos de artistas, produtores e pesquisadores brasileiros, já ultrapassou os 52 mil projetos inscritos vindos de todos os estados do país e do exterior. Destes, foram contempladas mais de 1,3 mil propostas nas cinco regiões brasileiras, que receberam o apoio do instituto para o desenvolvimento dos projetos selecionados nas mais diversas áreas de expressão ou de pesquisa.

Os trabalhos resultantes da seleção de todas as edições foram vistos por mais de 6 milhões de pessoas em todo o país. Além disso, mais de mil emissoras de rádio e televisão parceiras divulgaram os trabalhos selecionados.

Nesta edição de 2017-2018, os 12.616 projetos inscritos serão examinados, em uma primeira fase seletiva, por uma comissão composta por 40 avaliadores contratados pelo instituto entre as mais diversas áreas de atuação e regiões do país.

SERVIÇO
O QUE: SESSÃO ABRACCINE: QUARTO CAMARIM, DE FABRICIO RAMOS E CAMELE QUEIROZ
QUANDO:  MARÇO E ABRIL
HORÁRIO:  A DEFINIR EM CADA CIDADE
ONDE: SÃO LUÍS, FLORIANÓPOLIS, GOIÂNIA, RIO DE JANEIRO, BELÉM, PORTO ALEGRE, SALVADOR, SÃO PAULO, JOÃO PESSOA, BRASÍLIA, FORTALEZA, BELO HORIZONTE, RECIFE.

PRIMEIRA ETAPA:
05/03 – Goiânia e São Luís.
06/03 – Florianópolis.
16/03 – Rio de Janeiro.
20/03 – Belém.
22/03 – Porto Alegre.
27/03 – Salvador.

Do site da ABRACCINE

“Quarto Camarim” em BH: filme participa da 4ª Mostra de Cinema Feminista entre 08 e 16 de março

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Quarto Camarim” participa da 4ª Mostra de Cinema Feminista, que acontece em Belo Horizonte de 08 a 16 de março de 2018.  A Mostra, que apresenta uma programação diversificada que reúne longas e curtas brasileiros e de outros países, acontece no Sesc Palladium. A sessão de “Quarto Camarim” será no dia 11 de março (dom), às 19h.

A programação completa da 4ª Mostra de Cinema Feminista pode ser conferida no site da mostra e também na respectiva página do Facebook.

Finalizado em 2017, “Quarto Camarim” é o primeiro longa-metragem dos diretores Camele Queiroz e Fabricio Ramos. O filme, por meio de uma abordagem documental, mostra o reencontro, depois de vinte e sete anos, entre uma sobrinha, que é a própria diretora, e a sua tia, com quem não manteve nenhum contato desde a sua infância. Sua tia se chama Luma, é travesti, trabalha como cabeleireira e vive em São Paulo.

Poster Quarto CamarimNarrativamente, o filme assume contornos dramáticos e estéticos que partem de uma relação corpo a corpo entre duas individualidades, cujas tensões são mediadas pelo próprio cinema. O resultado, segundo os próprios cineastas, é uma obra de mise-en- scène compartilhada entre a diretora e a tia, que protagonizam o longa. Sem abrir mão da abordagem temática sensível de impacto político e social, “Quarto Camarim” elabora cinematograficamente um testemunho de vivência pessoal e íntima.

Contemplado pelo Rumos Itaú Cultural 2015-2016, “Quarto Camarim”, além da da 4ª Mostra de Cinema Feminista de Belo Horizonte, participou de mostras oficiais de festivais internacionais, com sessões ocorrendo na Venezuela, na República Dominicana e no Canadá.

 

“Quarto Camarim” tem estreia internacional em Vancouver e em Santo Domingo

Quarto Camarim” (2017), longa de Camele Queiroz e Fabricio Ramos, estreou no dia 22 de novembro, no Canadá, participando do Vancouver Alternative Cinema Festival. No dia 5 de dezembro, foi exibido na República Dominicana, na mostra oficial do Santo Domingo OutFest – Festival Internacional de Cine GLBT.

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Quarto Camarim (2017) é o primeiro longa-metragem dos diretores Camele Queiroz e Fabricio Ramos. O filme, por meio de uma abordagem documental, mostra o reencontro entre uma sobrinha, que é a própria diretora, e sua tia, com quem não manteve nenhum contato desde a sua infância. É um filme de mise-en-scène compartilhada entre a diretora e a tia que, sem abrir mão da abordagem temática sensível de impacto político e social, elabora cinematograficamente um testemunho de vivência pessoal e íntima.

A realização do filme teve o apoio do programa Rumos – Itaú Cultural 2016-2017.

Nota de Solidariedade do Bahiadoc ao Cine XIV – Circuito Saladearte

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Na manhã do último dia 11 de novembro, quando nos preparávamos para mais uma sessão do Cinematógrafo no Cine XIV, fomos informados da tragédia: um incêndio consumia o cinema.

Ainda sem ter a dimensão precisa dos danos, nos dirigimos até a sala, no Pelourinho, e nos deparamos com um cenário de destruição total.

Nós iniciamos o Cinematógrafo, uma mostra de filmes independente, no Rio Vermelho, na Casa 149. Ali, num esquema artesanal de montagem de estrutura de projeção, realizamos sessões durante seis meses, que começaram em dezembro de 2016. Até que, em julho de 2017, fomos convidados a realizar o Cinematógrafo no Cine XIV, que ofereceu, através de uma gentil parceria, toda a estrutura da sala para as exibições e para as conversas que sucediam as sessões. Lá, realizamos as sessões de agosto, de setembro e de outubro, às quais compareceram um público crescente e diversificado que, em boa parte, conheceram o Cinematógrafo através da divulgação do Circuito Saladearte e do Cine XIV.

 

O Cine XIV, que opera no Pelourinho há vários anos, mas passara por uma reforma e fora reinaugurado há um ano, oferece uma programação diferenciada, quase totalmente voltada para produções nacionais e cujos ingressos são vendidos a preços subsidiados, num esforço permanente de atrair um público do entorno, considerando tal entorno o próprio Pelourinho e as suas adjacências, mas também toda a Cidade Baixa até a Ribeira.

Com a chocante notícia do incêndio, cujas causas estão sendo apuradas e que, felizmente, não deixou vítimas, o nosso sentimento foi de perda: perda de um espaço no qual estávamos atuando, mas que também abrigava outras tantas iniciativas além de ser um espaço a mais, na rua, dedicado ao cinema e à cultura.

O Cinematógrafo continuará! Em breve daremos notícias. Enquanto isso, esperamos que o Cine XIV seja restaurado e retorne ainda mais forte, dono de uma história de resiliência de sensível impacto cultural em Salvador!

Nós, do Bahiadoc, expressamos o nosso agradecimento e a nossa solidariedade a todos aqueles que, trabalhando ou frequentando a sala, davam vida ao Cine XIV e ao centro histórico, contribuindo para o dinamismo cultural da cidade e para a valorização do cinema e da arte.

Que Salvador volte a contar com esse espaço charmoso, aberto à parceria com iniciativas independentes e estimulador da inclusão cultural através do acesso e do conhecimento das obras cinematográficas que nem sempre encontram outros espaços de difusão.

Vida longa ao Cine XIV!

De Camele Queiroz e Fabricio Ramos, coordenadores do Bahiadoc – arte documento e curadores do Cinematógrafo no Cine XIV.