Quarto Camarim tem exibição em Aracaju no dia 28/4, pela Sessão Abraccine

A sessão Abraccine de Quarto Camarim em Aracaju será no dia 28 de abril de 2018, no Cine Vitória, às 17h.

ABRACCINE geral

Como parte da terceira edição da Sessão Abraccine, evento promovido pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine), o longa metragem Quarto Camarim, de Fabricio Ramos e Camele Queiroz, contemplada pelo Rumos Itaú Cultural 2015-2016, terá sua  exibição no dia 28 de abril, no Cine Vitória, em Aracaju, às 17h. 

Após participação em três festivais internacionais, com sessões ocorrendo na Venezuela, na República Dominicana e no Canadá, o filme participa de um ciclo de exibições que vem sendo realizadas em diversas capitais brasileiras. A Abraccine já realizou sessões de Quarto Camarim em Goiânia (GO), São Luís (MA), Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS), Rio de janeiro (RJ), Salvador (BA), Belém (PA), Fortaleza (CE) e João Pessoa (PB). Outra capital já com data confirmada é Belo Horizonte, que terá sua sessão acontecendo em 27 de abril, no Cine Humberto Mauro, e em São Paulo, no Cine Sesc em 30 de abril. Ainda com datas a definir para o mesmo mês, a Sessão Abraccine acontecerá, também, em Brasília e Recife. Como parte dos eventos, debates com a presença de importantes nomes da crítica e o público presente serão realizados ao final de cada sessão.

Em Aracaju, o debate pós-sessão será mediado pela professora do curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal de Sergipe (UFS), Suyene Correia Santos, e contará com a participação da assistente social, psicóloga e fundadora da UNIDAS – Associação de Travestis Unidas Pela Cidadania, Eliana Chagas Silva, bem como de Jessica Taylor dos Santos, integrante da Casa Janaina Dutra, instituição de suporte às trans vitima de violência.

Para o presidente da Associação Brasileira de Críticos de Cinema, Paulo Henrique Silva, a Sessão Abraccine busca apresentar um olhar diversificado sobre os filmes. “A produção no país continua forte, mas a reflexão cinematográfica, fundamental para a construção de uma identidade brasileira nas telas, vem sofrendo um grande déficit, com filmes entrando e saindo de cartaz sem o devido debate”, afirma Paulo Henrique.

Sobre o filme

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Quarto Camarim é o primeiro longa-metragem dos diretores Camele Queiroz e Fabricio Ramos. O filme, por meio de uma abordagem documental, mostra o reencontro, depois de vinte e sete anos, entre uma sobrinha, que é a própria diretora, e a sua tia, com quem não manteve nenhum contato desde a sua infância. Sua tia se chama Luma, é travesti, trabalha como cabeleireira e vive em São Paulo.

Narrativamente, o filme assume contornos dramáticos e estéticos que partem de uma relação corpo a corpo entre duas individualidades, cujas tensões são mediadas pelo próprio cinema. O resultado, segundo a dupla de cineastas, é uma obra de mise-en-scène compartilhada entre a diretora e a tia, que protagonizam o longa. Sem abrir mão da abordagem temática sensível de impacto político e social, Quarto Camarim elabora cinematograficamente um testemunho de vivência pessoal e íntima.

Para a dupla de cineastas, a iniciativa da Sessão Abraccine tem um impacto de mudança de paradigma, num cenário no qual são conhecidas as imensas dificuldades que um longa independente enfrenta para obter visibilidade no cenário cultural. “Há uma dupla importância na ação da entidade que, além de promover o acesso a um público variado, de diferentes cidades em diferentes salas (um público provavelmente mais diversificado do aquele predominante nos festivais),valoriza o estatuto da crítica (eventualmente diminuído nos festivais pelas pressões naturais de curadorias e júris), aproximando a perspectiva da crítica à intervenção aberta do público, já que o evento estimula a participação do público nas conversas após cada sessão,com a presença de outros debatedores e mediadores além do próprio crítico de cinema”, afirmam Camele e Fabrício.

Sobre o Rumos Itaú Cultural

O Itaú Cultural mantém o programa Rumos desde 1997. Este que é um dos primeiros editais do Brasil para a produção e a difusão de trabalhos de artistas, produtores e pesquisadores brasileiros, já ultrapassou os 52 mil projetos inscritos vindos de todos os estados do país e do exterior. Destes, foram contempladas mais de 1,3 mil propostas nas cinco regiões brasileiras, que receberam o apoio do instituto para o desenvolvimento dos projetos selecionados nas mais diversas áreas de expressão ou de pesquisa.

Os trabalhos resultantes da seleção de todas as edições foram vistos por mais de 6 milhões de pessoas em todo o país. Além disso, mais de mil emissoras de rádio e televisão parceiras divulgaram os trabalhos selecionados.

Nesta edição de 2017-2018, os 12.616 projetos inscritos serão examinados, em uma primeira fase seletiva, por uma comissão composta por 40 avaliadores contratados pelo instituto entre as mais diversas áreas de atuação e regiões do país.

Em seguida, passarão por um profundo processo de avaliação e análise por uma Comissão de Seleção multidisciplinar, formada por 22 profissionais que se inter-relacionam com a cultura brasileira, incluindo gestores da própria instituição.

 Sobre a mediadora e convidadas:

SUYENE CORREIA SANTOS: Jornalista, crítica de cinema e professora do curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal de Sergipe (UFS). Mestre em Comunicação pelo Programa de Pós-graduação em Comunicação da UFS e especialista em Jornalismo Cultural pela Universidade Tiradentes (UNIT). Trabalhou como repórter responsável pelo Caderno de Variedades do Jornal da Cidade (SE) de 2002 a 2015 e, em 2006, criou o blog cultural Bangalô Cult. É membro da Associação Brasileira de Críticos de Cinema (ABRACCINE), tendo participado de júris em festivais nacionais e internacionais, a exemplo do Festival de Gramado, Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Festival Audiovisual Mercosul e Festival Iberoamericano de Sergipe (Curta—SE). Ministra cursos e oficinas ligados à área de cinema.

ELIANA CHAGAS SILVA: Assistente social, psicóloga, fundadora da UNIDAS- Associação de Travestis Unidas na Luta Pela cidadania, Voluntária desde 1998. Realizando diversas atividades, acompanhando as Pessoas Trans em busca de seus Direitos civis e à Saúde. Desenvolve atividades assistenciais com PVHA – Pessoas Vivendo com HIV/AIDS desde 1996.  Realiza reuniões com essa população mensalmente, reforçando a adesão ao tratamento e orientando essa população para a busca de uma melhor qualidade no tratamento do HIV/AIDS

JESSICA TAYLOR DOS SANTOS

Fundadora e atual Presidenta da UNIDASE da Casa Janaina Dutra. Realiza trabalhos e prevenção em DST/AIDS. Promove assistência ás trans vitimas  de violência, além de coordenar projetos de testes de HIV com fluido oral.

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Sessão Abraccine exibe “Quarto Camarim” em Salvador no dia 27 de março

Depois de passar por festivais internacionais e de exibições em várias cidades brasileiras promovidas pela Sessão Abraccine, “Quarto Camarim” tem sessão especial em Salvador, no Cinema da UFBA – Saladearte

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Como parte da terceira edição da Sessão Abraccine, projeto de difusão promovido pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine), o longa metragem Quarto Camarim, de Fabricio Ramos e Camele Queiroz, será exibido em Salvador no dia 27 de março (terça), às 19h, no Cinema da UFBA – Saladearte.

O debate pós-sessão contará com a participação da dupla de cineastas Camele Queiroz e Fabricio Ramos. O papo será mediado pelo professor Djalma Thürler, do Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade e professor associado do Instituto de Humanidades, Artes e Ciências (IHAC) da Universidade Federal da Bahia. A entrada é gratuita.

Após participação em três festivais internacionais, com sessões ocorrendo na Venezuela, na República Dominicana e no Canadá, o filme participa de um ciclo de exibições que vem sendo realizadas, entre março e abril deste ano, em diversas capitais brasileiras. Como parte dos eventos, debates com a presença de importantes nomes da crítica e o público presente serão realizados ao final de cada sessão. O filme já teve sessões Abraccine em Goiânia (GO), São Luís (MA), Florianópolis (SC), Rio de Janeiro (RJ) e Belém (PA). Ainda irá, em datas a serem definidas, para Fortaleza (CE), João Pessoa (PB), Porto Alegre (RS), Recife (PE), São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF) e Natal (RN).

ABRACCINE geral

Para o presidente da Associação Brasileira de Críticos de Cinema, Paulo Henrique Silva, a Sessão Abraccine busca apresentar um olhar diversificado sobre os filmes. “A produção no país continua forte, mas a reflexão cinematográfica, fundamental para a construção de uma identidade brasileira nas telas, vem sofrendo um grande déficit, com filmes entrando e saindo de cartaz sem o devido debate”, afirma Paulo Henrique.

Sobre Quarto Camarim

Quarto Camarim é o primeiro longa-metragem dos diretores Camele Queiroz e Fabricio Ramos. O filme, por meio de uma abordagem documental, mostra o reencontro, depois de vinte e sete anos, entre uma sobrinha, que é a própria diretora, e a sua tia, com quem não manteve nenhum contato desde a sua infância. Sua tia se chama Luma, é travesti, trabalha como cabeleireira e vive em São Paulo.

Poster Quarto CamarimNarrativamente, o filme assume contornos dramáticos e estéticos que partem de uma relação corpo a corpo entre duas individualidades, cujas tensões são mediadas pelo próprio cinema. O resultado, segundo a dupla de cineastas, é uma obra de mise-en-scène compartilhada entre a diretora e a tia, que protagonizam o longa. Sem abrir mão da abordagem temática sensível de impacto político e social, Quarto Camarim elabora cinematograficamente um testemunho de vivência pessoal e íntima.

Para a dupla de cineastas, a iniciativa da Sessão Abraccine tem um impacto de mudança de paradigma, num cenário no qual são conhecidas as imensas dificuldades que um longa independente enfrenta para obter visibilidade no cenário cultural. “Há uma dupla importância na ação da entidade que, além de promover o acesso a um público variado, de diferentes cidades em diferentes salas (um público provavelmente mais diversificado do aquele predominante nos festivais),valoriza o estatuto da crítica (eventualmente diminuído nos festivais pelas pressões naturais de curadorias e júris), aproximando a perspectiva da crítica à intervenção aberta do público, já que o evento estimula a participação do público nas conversas após cada sessão,com a presença de outros debatedores e mediadores além do próprio crítico de cinema”, afirmam Camele e Fabrício.

 Sobre o mediador convidado:

DJALMA THÜRLER é especialista em gestão e políticas culturais pela Universidade de Girona (ES), investigador pleno do CULT – Centro de Pesquisa Multidisciplinar em Cultura, da UFBA e investigador colaborador do ILCML – Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa, da Universidade do Porto (Portugal). É diretor artístico e dramaturgo da ATeliê voadOR Companhia de Teatro (www.atelievoador.com.br) com estágio de Pós-Doutoramento em Literatura e Crítica Literária pela PUC/São Paulo. É professor permanente do Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade e professor associado do Instituto de Humanidades, Artes e Ciências (IHAC) da Universidade Federal da Bahia. Coordena o CuS – grupo de Pesquisa em Cultura e Sexualidade (UFBA).

Sobre o Rumos Itaú Cultural

O Itaú Cultural mantém o programa Rumos desde 1997. Este que é um dos primeiros editais do Brasil para a produção e a difusão de trabalhos de artistas, produtores e pesquisadores brasileiros, já ultrapassou os 52 mil projetos inscritos vindos de todos os estados do país e do exterior. Destes, foram contempladas mais de 1,3 mil propostas nas cinco regiões brasileiras, que receberam o apoio do instituto para o desenvolvimento dos projetos selecionados nas mais diversas áreas de expressão ou de pesquisa.

Os trabalhos resultantes da seleção de todas as edições foram vistos por mais de 6 milhões de pessoas em todo o país. Além disso, mais de mil emissoras de rádio e televisão parceiras divulgaram os trabalhos selecionados.

Nesta edição de 2017-2018, os 12.616 projetos inscritos serão examinados, em uma primeira fase seletiva, por uma comissão composta por 40 avaliadores contratados pelo instituto entre as mais diversas áreas de atuação e regiões do país.

Em seguida, passarão por um profundo processo de avaliação e análise por uma Comissão de Seleção multidisciplinar, formada por 22 profissionais que se inter-relacionam com a cultura brasileira, incluindo gestores da própria instituição.

 

“Muros” e “Profissão de vaqueiro” são exibidos no Fórum Social Mundial 2018

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Como parte da programação do Fórum Social Mundial 2018, que acontece em Salvador, serão exibidos, no evento “A Cidadania e a Identidade Social”, dois filmes dirigidos pelos cineastas Camele Queiroz e Fabricio Ramos: “Muros” (24min, 2015), que estabelece uma relação entre Brasil e Palestina a partir do olhar do fotógrafo Rogério Ferrari; e “Regulamentação da Profissão de Vaqueiro” (30min, 2013), que acompanha a viagem de vaqueiros do nordeste ao Senado Federal para acompanharem a regulamentação da profissão.

Depois da sessão haverá debate com os diretores. A mediação é de Paulo A. Magalhães, Professor e jurista, com largo histórico de atuação nos movimentos de luta pela terra, e do antropólogo Washington Queiroz, referência no tema dos saberes e fazeres dos vaqueiros do sertão.

O evento, proposto ao Forum Social Mundial pelo CINEJU – o Cinema através do olhar jurídico (FTC – Comércio), coordenado pelo prof. Paulo A. Magalhães, acontece no dia 13 de março, às 9h, no Auditório do Pavilhão de Aulas Glauber Rocha (PAF III), no Campus de Ondina da Universidade Federal da Bahia (UFBA).

O Fórum Social Mundial (FSM) é um evento altermundialista organizado por movimentos sociais de vários continentes, com objetivo de elaborar alternativas para uma transformação social global. Seu slogan é Um outro mundo é possível.

“Quarto Camarim” terá sessões em cinemas de 13 cidades do país na terceira edição da Sessão Abraccine

Do site da ABRACCINE

Quarto Camarim, longa de estreia dos cineastas Fabricio Ramos e Camele Queiroz, terá exibição em treze cidades brasileiras na terceira edição da Sessão Abraccine. Na primeira etapa, o filme, inédito no Brasil, será exibido em Goiânia, São Luís,  Florianópolis, Rio de Janeiro, Belém, Porto Alegre e Salvador durante o mês de março. Na segunda fase, que acontece no mês de abril, Quarto Camarim contará com Sessões Abraccine em São Paulo, Recife, Fortaleza, Brasília, Belo Horizonte e João Pessoa, sendo estas com datas ainda a serem definidas.

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Começa nessa segunda-feira, a terceira edição da Sessão Abraccine, evento promovido pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine). O longa metragem Quarto Camarim, de Fabricio Ramos e Camele Queiroz, contemplado pelo Rumos Itaú Cultural 2015-2016terá sua exibição em mais de dez cidades brasileiras durante os meses de março e abril.

Na primeira etapa, o filme, inédito no Brasil, será exibido em Goiânia, São Luís,  Florianópolis, Rio de Janeiro, Belém, Porto Alegre e Salvador durante o mês de março. Na segunda fase, que acontece no mês de abril, Quarto Camarim contará com Sessões Abraccine em São Paulo, Recife, Fortaleza, Brasília, Belo Horizonte e João Pessoa, sendo estas com datas ainda a serem definidas.

Após participação em três festivais internacionais, com sessões ocorrendo na Venezuela, na República Dominicana e no Canadá, Quarto Camarim terá sua estreia no Brasil, sendo que, juntamente com as exibições, uma série de debates com a presença de importantes nomes da crítica e o público presente serão realizados ao final de cada sessão. No Rio de Janeiro e em Salvador, a dupla de realizadores estará presente para enriquecer ainda mais o debate.

Para o presidente da Associação Brasileira de Críticos de Cinema, Paulo Henrique Silva, a Sessão Abraccine busca apresentar um olhar diversificado sobre os filmes. “A produção no país continua forte, mas a reflexão cinematográfica, fundamental para a construção de uma identidade brasileira nas telas, vem sofrendo um grande déficit, com filmes entrando e saindo de cartaz sem o devido debate”, afirma Paulo Henrique.

Poster Quarto Camarim

Quarto Camarim é o primeiro longa-metragem dos diretores Camele Queiroz e Fabricio Ramos. O filme, por meio de uma abordagem documental, mostra o reencontro, depois de vinte e sete anos, entre uma sobrinha, que é a própria diretora, e a sua tia, com quem não manteve nenhum contato desde a sua infância. Sua tia se chama Luma, é travesti, trabalha como cabeleireira e vive em São Paulo.

Narrativamente, o filme assume contornos dramáticos e estéticos que partem de uma relação corpo a corpo entre duas individualidades, cujas tensões são mediadas pelo próprio cinema. O resultado, segundo a dupla de cineastas, é uma obra de mise-en-scène compartilhada entre a diretora e a tia, que protagonizam o longa. Sem abrir mão da abordagem temática sensível de impacto político e social, Quarto Camarim elabora cinematograficamente um testemunho de vivência pessoal e íntima.

Para a dupla de cineastas, a iniciativa da Sessão Abraccine tem um impacto de mudança de paradigma, num cenário no qual são conhecidas as imensas dificuldades que um longa independente enfrenta para obter visibilidade no cenário cultural. “Há uma dupla importância na ação da entidade que, além de promover o acesso a um público variado, de diferentes cidades em diferentes salas (um público provavelmente mais diversificado do aquele predominante nos festivais),valoriza o estatuto da crítica (eventualmente diminuído nos festivais pelas pressões naturais de curadorias e júris), aproximando a perspectiva da crítica à intervenção aberta do público, já que o evento estimula a participação do público nas conversas após cada sessão,com a presença de outros debatedores e mediadores além do próprio crítico de cinema”, afirmam Camele e Fabrício.

Sobre o Rumos Itaú Cultural

O Itaú Cultural mantém o programa Rumos desde 1997. Este que é um dos primeiros editais do Brasil para a produção e a difusão de trabalhos de artistas, produtores e pesquisadores brasileiros, já ultrapassou os 52 mil projetos inscritos vindos de todos os estados do país e do exterior. Destes, foram contempladas mais de 1,3 mil propostas nas cinco regiões brasileiras, que receberam o apoio do instituto para o desenvolvimento dos projetos selecionados nas mais diversas áreas de expressão ou de pesquisa.

Os trabalhos resultantes da seleção de todas as edições foram vistos por mais de 6 milhões de pessoas em todo o país. Além disso, mais de mil emissoras de rádio e televisão parceiras divulgaram os trabalhos selecionados.

Nesta edição de 2017-2018, os 12.616 projetos inscritos serão examinados, em uma primeira fase seletiva, por uma comissão composta por 40 avaliadores contratados pelo instituto entre as mais diversas áreas de atuação e regiões do país.

SERVIÇO
O QUE: SESSÃO ABRACCINE: QUARTO CAMARIM, DE FABRICIO RAMOS E CAMELE QUEIROZ
QUANDO:  MARÇO E ABRIL
HORÁRIO:  A DEFINIR EM CADA CIDADE
ONDE: SÃO LUÍS, FLORIANÓPOLIS, GOIÂNIA, RIO DE JANEIRO, BELÉM, PORTO ALEGRE, SALVADOR, SÃO PAULO, JOÃO PESSOA, BRASÍLIA, FORTALEZA, BELO HORIZONTE, RECIFE.

PRIMEIRA ETAPA:
05/03 – Goiânia e São Luís.
06/03 – Florianópolis.
16/03 – Rio de Janeiro.
20/03 – Belém.
22/03 – Porto Alegre.
27/03 – Salvador.

Do site da ABRACCINE

“Quarto Camarim” em BH: filme participa da 4ª Mostra de Cinema Feminista entre 08 e 16 de março

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Quarto Camarim” participa da 4ª Mostra de Cinema Feminista, que acontece em Belo Horizonte de 08 a 16 de março de 2018.  A Mostra, que apresenta uma programação diversificada que reúne longas e curtas brasileiros e de outros países, acontece no Sesc Palladium. A sessão de “Quarto Camarim” será no dia 11 de março (dom), às 19h.

A programação completa da 4ª Mostra de Cinema Feminista pode ser conferida no site da mostra e também na respectiva página do Facebook.

Finalizado em 2017, “Quarto Camarim” é o primeiro longa-metragem dos diretores Camele Queiroz e Fabricio Ramos. O filme, por meio de uma abordagem documental, mostra o reencontro, depois de vinte e sete anos, entre uma sobrinha, que é a própria diretora, e a sua tia, com quem não manteve nenhum contato desde a sua infância. Sua tia se chama Luma, é travesti, trabalha como cabeleireira e vive em São Paulo.

Poster Quarto CamarimNarrativamente, o filme assume contornos dramáticos e estéticos que partem de uma relação corpo a corpo entre duas individualidades, cujas tensões são mediadas pelo próprio cinema. O resultado, segundo os próprios cineastas, é uma obra de mise-en- scène compartilhada entre a diretora e a tia, que protagonizam o longa. Sem abrir mão da abordagem temática sensível de impacto político e social, “Quarto Camarim” elabora cinematograficamente um testemunho de vivência pessoal e íntima.

Contemplado pelo Rumos Itaú Cultural 2015-2016, “Quarto Camarim”, além da da 4ª Mostra de Cinema Feminista de Belo Horizonte, participou de mostras oficiais de festivais internacionais, com sessões ocorrendo na Venezuela, na República Dominicana e no Canadá.

 

“Quarto Camarim” tem estreia internacional em Vancouver e em Santo Domingo

Quarto Camarim” (2017), longa de Camele Queiroz e Fabricio Ramos, estreou no dia 22 de novembro, no Canadá, participando do Vancouver Alternative Cinema Festival. No dia 5 de dezembro, foi exibido na República Dominicana, na mostra oficial do Santo Domingo OutFest – Festival Internacional de Cine GLBT.

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Quarto Camarim (2017) é o primeiro longa-metragem dos diretores Camele Queiroz e Fabricio Ramos. O filme, por meio de uma abordagem documental, mostra o reencontro entre uma sobrinha, que é a própria diretora, e sua tia, com quem não manteve nenhum contato desde a sua infância. É um filme de mise-en-scène compartilhada entre a diretora e a tia que, sem abrir mão da abordagem temática sensível de impacto político e social, elabora cinematograficamente um testemunho de vivência pessoal e íntima.

A realização do filme teve o apoio do programa Rumos – Itaú Cultural 2016-2017.

Nota de Solidariedade do Bahiadoc ao Cine XIV – Circuito Saladearte

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Na manhã do último dia 11 de novembro, quando nos preparávamos para mais uma sessão do Cinematógrafo no Cine XIV, fomos informados da tragédia: um incêndio consumia o cinema.

Ainda sem ter a dimensão precisa dos danos, nos dirigimos até a sala, no Pelourinho, e nos deparamos com um cenário de destruição total.

Nós iniciamos o Cinematógrafo, uma mostra de filmes independente, no Rio Vermelho, na Casa 149. Ali, num esquema artesanal de montagem de estrutura de projeção, realizamos sessões durante seis meses, que começaram em dezembro de 2016. Até que, em julho de 2017, fomos convidados a realizar o Cinematógrafo no Cine XIV, que ofereceu, através de uma gentil parceria, toda a estrutura da sala para as exibições e para as conversas que sucediam as sessões. Lá, realizamos as sessões de agosto, de setembro e de outubro, às quais compareceram um público crescente e diversificado que, em boa parte, conheceram o Cinematógrafo através da divulgação do Circuito Saladearte e do Cine XIV.

 

O Cine XIV, que opera no Pelourinho há vários anos, mas passara por uma reforma e fora reinaugurado há um ano, oferece uma programação diferenciada, quase totalmente voltada para produções nacionais e cujos ingressos são vendidos a preços subsidiados, num esforço permanente de atrair um público do entorno, considerando tal entorno o próprio Pelourinho e as suas adjacências, mas também toda a Cidade Baixa até a Ribeira.

Com a chocante notícia do incêndio, cujas causas estão sendo apuradas e que, felizmente, não deixou vítimas, o nosso sentimento foi de perda: perda de um espaço no qual estávamos atuando, mas que também abrigava outras tantas iniciativas além de ser um espaço a mais, na rua, dedicado ao cinema e à cultura.

O Cinematógrafo continuará! Em breve daremos notícias. Enquanto isso, esperamos que o Cine XIV seja restaurado e retorne ainda mais forte, dono de uma história de resiliência de sensível impacto cultural em Salvador!

Nós, do Bahiadoc, expressamos o nosso agradecimento e a nossa solidariedade a todos aqueles que, trabalhando ou frequentando a sala, davam vida ao Cine XIV e ao centro histórico, contribuindo para o dinamismo cultural da cidade e para a valorização do cinema e da arte.

Que Salvador volte a contar com esse espaço charmoso, aberto à parceria com iniciativas independentes e estimulador da inclusão cultural através do acesso e do conhecimento das obras cinematográficas que nem sempre encontram outros espaços de difusão.

Vida longa ao Cine XIV!

De Camele Queiroz e Fabricio Ramos, coordenadores do Bahiadoc – arte documento e curadores do Cinematógrafo no Cine XIV.

Cinematógrafo no CINE XIV – parceria entre Bahiadoc e Circuito de Cinema Saladearte. Participe!

O Cinematógrafo no CINE XIV exibe filmes de variadas temáticas e formas, com sessões seguidas de conversas entre os participantes. As sessões acontecem sempre no primeiro sábado do mês, pontualmente às 16h, no Cine XIV, localizado no Pelourinho, em Salvador (veja mapa mais abaixo).

Com curadoria dos cineastas Fabricio Ramos e Camele Queiroz, a ideia é mostrar filmes, nacionais e estrangeiros, sejam documentais ou ficcionais, que estimulem conversas sobre questões atuais que expressem as relações entre o cinema, a vida e arte.

Os filmes que compõem a programação serão divulgados mensalmente nas redes do Cinematógrafo, no Facebook (curta a página) e no site da iniciativa (acesse). Em breve será anunciada a programação de agosto, sábado, dia 5.

As sessões são abertas ao público em geral, com a contribuição de R$ 5,00 por pessoa, dedicados à manutenção da iniciativa.

O Cinematógrafo vem acontecendo mensalmente, desde dezembro de 2016, primeiro na Casa 149, no Rio Vermelho, e agora na sala do Cine XIV. A iniciativa conta com o apoio de um grupo de colaboradores que, em breve, anunciará outras atividades relacionadas com o pensamento do cinema na Casa 149. Aguardem.

O Cinematógrafo no Cine XIV é uma parceria entre o Bahiadoc – arte documento, selo de Fabricio e Camele, e o Circuito de Cinema Saladearte.

O CINE XIV

A sala Cine XIV, localizada no Pelourinho, é uma das salas do Circuito de Cinema Saladearte em Salvador. O lugar dispõe de bar e café, acesso direto à praça (uma opção de espaço para as conversas após a sessão), além de excelente estrutura de projeção.

Localização:

 

Cinematógrafo na Casa 149 de junho (dia 29) exibe o filme argentino XXY

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“XXY”, escrito e dirigido pela argentina Lucía Puenzo, é uma é uma co-produção da Argentina, França e Espanha, lançada em 2007.

Sinopse: Alex (Inés Efron) nasceu com ambas as características sexuais. Tentando fugir dos médicos que desejam corrigir a ambigüidade genital da criança, seus pais a levam para um vilarejo no Uruguai. Eles estão convencidos de que uma cirurgia deste tipo seria uma violência ao corpo de Alex e, com isso, vivem isolados numa casa nas dunas. Até que, um dia, a família recebe a visita de um casal de amigos, que leva consigo o filho adolescente. É quando Alex, que está com 15 anos, e o jovem, de 16, sentem-se atraídos um pelo outro.

O filme, um drama intenso e sensível de tema delicado, tem um ritmo pausado e reflexivo. XXY é a estréia na direção de Lucía Puenzo, conhecida pelos roteiros de filmes como A través de tus Ojos e La Puta y la Ballena, além de escrever para séries de televisão como Hombres de Honor e Sol Negro. Seu pai, Luis Puenzo, é diretor premiado com o Oscar de melhor filme estrangeiro em 1986, com o filme A História Oficial, sobre desaparecidos durante a ditadura argentina.

Em termos de festivais e prêmios, o filme teve uma importante trajetória: recebeu o Prêmio da Crítica no Festival de Cannes e foi escolhido para representar a Argentina na disputa por uma indicação ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. Além disso, XXY ganhou o Goya (o Oscar espanhol) e o Ariel (o Oscar mexicano) de Melhor Filme Latino Estrangeiro, foi o grande vencedor da premiação dos críticos de cinema da Argentina (Melhor Filme, Roteiro e Atriz, para Inés Efron) e ganhou os festivais de Atenas (Grécia), Bangkok (Tailândia), Cartagena (Colômbia), Edinburgo (Escócia), Montreal (Canadá) e São Francisco (EUA), entre outros.

A Casa 149 fica no Rio Vermelho, na orla, próxima à praia da paciência. A sessão começa às 19h30 e a entrada é franca.

CINEMATÓGRAFO NA CASA 149

O Cinematógrafo na Casa 149 apresenta filmes de variadas temáticas, formas e gêneros que, como eixo comum, dialoguem com diversas questões contemporâneas.

A iniciativa realiza uma série de encontros mensais, com exibição de filmes seguidas de rodas de conversas, que acontecerão até dezembro de 2017. As sessões acontecem toda última quinta-feira do mês, na Casa 149, galeria de arte e espaço cultural que fica no Rio Vermelho, na Rua da Paciência (orla), em Salvador. A curadoria da mostra é feita por Camele Queiroz e Fabricio Ramos, que são cineastas e também atuam no campo da difusão do cinema independente. Os filmes que serão exibidos serão divulgados a cada mês em nossas redes.

Desde Dezembro de 2016 (com um intervalo em fevereiro, devido ao carnaval), o Cinematógrafo exibiu os filmes “Gueros” (México, 2015); “A Caça” (Dinamarca, 2012); “O Abraço da Serpente” (Colômbia, 2016);  “O Ato de Matar” (Dinamarca, Noruega, Reino Unido, 2012), e “Nostalgia da Luz” (EUA/ALE/Chile/ESP/FRA, 2010, Cores, 90 min), de Patrício Guzmán.

Todas as informações serão difundidas nesta página e na página da série de eventos no Facebook:

/// https://www.facebook.com/cinematografo149/ ///

 

Cinematógrafo na Casa 149 exibe “O ato de matar” na quinta-feira, dia 27/4

Produzido por Werner Herzog e Errol Morris, The Act of Killing é “uma das mais chocantes obras sobre a representação do Mal na sociedade contemporânea”. A sessão, seguida de conversa, acontece na quinta, dia 27 de abril, às 20h, na Casa 149 (orla do Rio Vermelho, praia da Paciência). Entrada Franca.

Produzido por Werner Herzog e Errol Morris, The Act of Killing (Dinamarca, Noruega, Reino Unido, 2012) – ou ‘O ato de matar’, um filme perturbador e formalmente atípico, revela os horrores da ditadura Indonésia, que executou um massacre de comunistas através de milícias paramilitares. Os indivíduos que participaram dessas milícias não responderam por seus crimes: ao contrário, são considerados heróis nacionais pelo regime ainda “vitorioso” e, no filme, esses homens não apenas narram com orgulho os assassinatos e torturas que cometeram, mas reencenam tais crimes, colaborando com a direção das cenas em que eles atuam, inspirados pelos filmes de ação norte-americanos.

Dirigido por Joshua Oppenheimer e co-dirigido por Christine Cynn e um indonésio anônimo, “O Ato de matar” é “uma das mais chocantes obras sobre a representação do Mal na sociedade contemporânea”.

O filme ganhou o prêmio do público no Festival de Berlim em 2013 e, no mesmo ano, foi premiado como melhor documentário no BAFTA – a Academia de Artes do Cinema e da Televisão da Inglaterra. Na ocasião da premiação, o diretor Oppenheimer afirmou que os Estados Unidos e o Reino Unido têm “responsabilidade coletiva” por “participar e ignorar” os crimes cometidos na Indonésia (a declaração do diretor foi omitida do vídeo publicado online pelo BAFTA). Link: https://goo.gl/9MlF1N

Ganhou ainda o Prêmio do Cinema Europeu de 2013 como melhor documentário e foi nomeado para a categoria de melhor documentário de longa-metragem no Oscar 2014.

CINEMATÓGRAFO NA CASA 149

O Cinematógrafo na Casa 149 apresenta filmes de variadas temáticas, formas e gêneros que, como eixo comum, dialoguem com diversas questões contemporâneas.

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Trata-se de uma iniciativa independente (não conta com patrocínios) que resulta de uma parceria entre a Casa 149, de Pedro Navarro, e o Bahiadoc – arte documento, e acontece com a ajuda de várias pessoas que apoiam e participam. A curadoria da mostra é feita por Camele Queiroz e Fabricio Ramos, que são cineastas e também atuam no campo da difusão do cinema independente.

O Cinematógrafo na Casa 149 realiza uma série de encontros mensais, com exibição de filmes seguidas de rodas de conversas, que acontecerão até dezembro de 2017. As sessões acontecem toda última quinta-feira do mês, na Casa 149, galeria de arte e espaço cultural que fica no Rio Vermelho, na Rua da Paciência (orla), em Salvador. Os filmes que serão exibidos serão divulgados a cada mês em nossas redes.

Para aqueles que desejarem colaborar, a cada sessão estará à vista uma caixinha para recolher contribuições, que servirão para custear as despesas do evento (estrutura de projeção, do espaço, energia, limpeza etc).

Todas as informações serão difundidas nesta página e na página da série de eventos no Facebook:

/// https://www.facebook.com/cinematografo149/ ///

Desde Dezembro de 2016 (com um intervalo em fevereiro, devido ao carnaval), o Cinematógrafo exibiu os filmes “Gueros” (México, 2015); “A Caça” (Dinamarca, 2012); “O Abraço da Serpente” (Colômbia, 2016); e agora “O Ato de Matar” (Dinamarca, Noruega, Reino Unido, 2012).