CINEMATÓGRAFO NA SALADEARTE

Captura de Tela 2018-02-16 às 07.47.20O Cinematógrafo na Saladearte – Cinema do Museu exibe filmes mensalmente, sempre no último sábado do mês, às 16h30. As sessões são seguidas de conversas numa dinâmica participativa debaixo da mangueira.

A curadoria é de Camele Queiroz e Fabricio Ramos. Os filmes programados serão divulgados mensalmente aqui e em nossas redes (curta a página no Facebook).

Os ingressos são vendidos no valor de meia entrada para todos. O Cinematógrafo é uma parceria entre o Bahiadoc e o Circuito de Cinema Saladearte. Participe!

 

 

 

PRÓXIMA SESSÃO: setembro, 29/9/2018 – SÁBADO, ÀS 16h30, na Saladearte – Cinema do Museu (Corredor da Vitória):

“Doze Homens e uma Sentença”, de Sidney Lumet

Card setembro

O clássico de 1957 põe em questão a relação entre os valores que orientam o nosso ideário civilizacional e as questões sociais de fundo moral, político e psicológico. 12 Angry Men, Estados Unidos, Drama, 1957, 96 minutos. PB. Direção: Sidney Lumet. Sessão Dia 29 de setembro, às 16h30, na Saladearte — Cinema do Museu (Corredor da Vitória).

Leia a nota dos curadores sobre o filme: clique aqui.

 

“Iluminacja” (Iluminação), de Krzysztof Zanussi

7086e-1xko1alqbgur7ru5hpdtgqaIluminacja (1973) acompanha a educação de um jovem adulto, desde sua entrada na universidade até o doutorado, ao mesmo tempo em que acompanha sua formação interior, seu aprendizado sobre a vida, família, sexualidade e valores morais e espirituais. Duração: 87 min. — País: Polônia. (Cópia legendada em português). Sessão Dia 25 de agosto, às 16h30, na Saladearte — Cinema do Museu. Leia a nota dos programadores do Cinematógrafo sobre o filme: clique aqui.

 

FILMES Já EXIBIDOS:

 

 

JULHO, 28/7/2018 – SÁBADO, ÀS 16h30

Flyer Cinematógrafo Julho

Cinematógrafo na Saladearte de Julho exibe “Children of Men”:

Children of Men (Filhos da Esperança BRA ou Os Filhos do Homem POR) é um filme britânico-americano de 2006 livremente adaptado do romance The Children of Men, de P. D. James, dirigido por Alfonso Cuarón.

Em 2027, duas décadas depois da infertilidade humana ter deixado a sociedade à beira do colapso, imigrantes em situação ilegal buscam refúgio na Inglaterra, onde o último governo em funcionamento impõe leis opressivas sobre a imigração. Clive Owen interpreta o funcionário público Theo Faron, que deve ajudar uma refugiada africana grávida a escapar do caos. Children of Men também é estrelado por Julianne Moore, Michael Caine, Claire-Hope Ashitey, Pam Ferris e Chiwetel Ejiofor.

O filme foi lançado no dia 22 de setembro de 2006 no Reino Unido e em 25 de dezembro nos Estados Unidos, com os críticos notando as relações entre a data de estreia no Natal e os temas de esperança, redenção e fé. Children of Men foi bem recebido pela crítica especializada e foi reconhecido por suas realizações em fotografia, direção de arte, roteiro e suas inovativas sequências de ação em planos sequências. O filme foi indicado nas categorias de Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Fotografia e Melhor Edição no Oscar 2007. Venceu dois BAFTA Award e recebeu o Saturn Award de Melhor Filme de Ficção Científica.

(fonte: Wikipedia)

 

JUNHO, 30/6/2018 – SÁBADO, ÀS 16h30

Cinematógrafo SERRAS JUNHO

 

MAIO, 25/5/2018 – SÁBADO, ÀS 16h30

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“A última vez que vi Macau” (PORTUGAL, 2012), antes (ou muito além) de um documentário, é uma experiência de cinema que reflete certa tendência e desejo dos cineastas de, por meio de imagens documentais, produzir o efeito mágico de um cinema ficcional clássico, intensificado pelas imagens carregadas de mistério. De fato, os cineastas João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata partiram para Macau com o objetivo de realizar um documentário e no meio do processo resolveram “redirecioná-lo rumo à ficção, por meio de um narrador cujas impressões emprestam às imagens um novo sentido”, como pontua o crítico Filipe Furtado.

O filme passa no Cinematógrafo de maio, que acontece na Saladearte – Cinema do Museu (no Corredor da Vitória, em Salvador), no sábado (26/5), às 16h30. – Dos curadores Fabricio Ramos e Camele Queiroz. Leia a nota completa.

 

ABRIL, 28/4/2018 – SÁBADO, ÀS 16h30

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O Cinematógrafo na Saladearte de ABRIL exibe “La Haine” (O Ódio), filme francês dirigido por Mathieu Kassovitz. Soberbamente filmado, “La Haine” aborda o conflito entre a juventude francesa e a polícia em Paris e outros problemas enfrentados pela periferia da cidade francesa. Toda a história se passa em um período de 24 horas em que os protagonistas, três jovens franceses, enfrentam a polícia, encontram uma arma perdida e tem que decidir o que fazer com ela.

Lançado em 1995, a temática do filme se mantém atual. No Festival de Cannes daquele ano, Kassovitz ganhou o prêmio de Melhor Diretor. Ficou em 32º lugar no ranking da revista Empire dos “100 Melhores Filmes do Cinema Mundial” em 2010.

O Cinematógrafo exibe filmes mensalmente na Saladearte – Cinema do Museu (no Corredor da Vitória – Salvador), sempre no último sábado do mês, às 16h. Os ingressos custam o valor de meia entrada para todos. A curadoria é dos cineastas Camele Queiroz e Fabricio Ramos. A proposta é discutir questões contemporâneas a partir dos filmes apresentados, relacionando-os com aspectos da vida e da política (no sentido amplo), assim como das relações entre a arte e o cinema.

 

ABRIL, 7/4/2018 – SÁBADO, ÀS 16H30

O Cinematógrafo na Saladearte de março, por conta da semana santa, acontece excepcionalmente no primeiro sábado de ABRIL, dia 7, às 16h30, no Cinema do Museu.

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Da nota dos curadores Fabricio Ramos e Camele Queiroz:

(…)
“Depois de ver o filme, fica-nos, entre outros sentimentos, o reconhecimento íntimo de que o tema das relações e das diferenças, em vários níveis, oferece mais complexidade do que admitem certos discursos eruditos, e nos sentimos animados a ampliar, a partir de nós mesmos até o outro mais distante, a dimensão das grandes questões, dos grandes sentimentos, que não são grandes por serem raros ou profundos, mas por se fazerem essencialmente presentes em todos nós, mulheres e homens comuns.”

Leia a nota completa clicando aqui.

 

FEVEREIRO, 24/2/2018 – SÁBADO, ÀS 16H30

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Nota dos curadores Fabricio Ramos e Camele Queiroz:

Música, literatura e cinema: uma célebre canção dos Beatles nomeia o best-seller do escritor japonês Haruki Murakami, obra que o diretor franco-vietnamita Tran Anh Hung adapta para o cinema. Norwegian Wood (traduzido no Brasil como ‘Como na Canção dos Beatles: Norwegian Wood’), lançado em 2010, foi indicado ao Leão de Ouro no Festival de Veneza daquele ano e, desde então, é motivo de impressões controversas na crítica e no público. Obra de forte expressão poética constrói uma história de amor em torno da tragédia e da sexualidade como dimensões da vida.

Leia a nota completa: clique aqui.

 

 

 

 

 

LOCALIZAÇÃO DO CINEMA DO MUSEU:

 

JANEIRO, 26/1/2018 – SEXTA

No Cinema do Museu, Corredor da Vitória. (Ingressos no valor de meia entrada para todos).

Cinematógrafo JANEIRO leve

Nota dos curadores Fabricio Ramos e Camele Queiroz:

Ela (Rooney Mara) e ele (Casey Affleck) são um jovem casal separados pela morte dele, num banal acidente de carro. Ela busca seguir em frente, enquanto vive o luto e a aflição da perda repentina. Ele, entretanto, retorna à casa em que viviam na forma de um fantasma passivo e silencioso, que ela não pode ver. O tempo passa, mas o fantasma se prende à casa em que moravam e, mesmo depois que ela se muda, ele permanece lá, à espera de algo, permanecendo como uma testemunha silenciosa do sofrimento dela e de sua própria condição de fantasma.  Através de deslocamentos temporais, o filme expande o drama pessoal do fantasma até um nível de relação cósmica com a vida e o mundo, oscilando entre o apego às histórias de uma vida e a dimensão inefável da eternidade. Leia a nota completa aqui.

 

 

 

 

LOCALIZAÇÃO DO CINEMA DO MUSEU:

 

 

OUTUBRO, SÁBADO (7/10/2017)

No Cine XIV (Pelourinho), às 16h. Contribuição: R$ 5,00.

Cinematógrafo de OUTUBRO

Nota dos curadores:

Julie Vignon (Juliette Binoche) sobrevive ao acidente de carro que vitimou seu marido e sua filha pequena. Diante da dor da perda, ela decide enfrentar a tragédia experimentando uma liberdade radical em sua vida, recusando o luto e o choro, livrando-se de seus bens e patrimônio, evitando se ligar ao próprio passado e se afastando definitivamente das pessoas com as quais mantinha vínculos afetivos.

Em A Liberdade é Azul (1993), a Música e cor cumprem uma função narrativa mas, sobretudo, compõem a estética do filme, que proporciona uma experiência sensorial impactante, imprescindível de ser vivenciada num ambiente que somente a sala de cinema oferece. O tema da liberdade aparece sob uma abordagem existencial e trágica, mas evoca questões que se ligam a uma ampla variedade de problemas contemporâneos.

O diretor polonês Krzysztof Kieslowski completou a sua trilogia das cores com A igualdade é branca” (1994) e A Fraterndade é Vermelha (1995), títulos que fazem clara referência aos ideais iluministas encampados pela Revolução burguesa na França. A acepção demasiado óbvia dos títulos poderia sugerir uma leitura apressada, relacionando o filme à preponderância de razões políticas e históricas. Entretanto, em A Liberdade é Azul, a história e a política só aparecem enquanto substrato de uma experiência individual trágica que, como um corpo que se afoga, busca na própria crise dos ideais, se não uma tábua de salvação, uma maneira possível de ficar submerso. — (Por Fabricio e Camele).

 

 

 

 

 

 

 

LOCALIZAÇÃO DO CINE XIV:

SETEMBRO, SÁB, dia 2

Cinematógrafo SETEMBRO

Nota dos curadores:

Entre a Luz e a Sombra é um filme de Luciana Burlamaqui, realizado entre 2000 e 2009, que parte do encontro entre três pessoas, cujos destinos se cruzam no presídio do Carandiru: Sophia Bisilliat, uma atriz que dedica a vida a humanização do sistema carcerário através da arte; Dexter, que – junto com o amigo Afro-X – forma, dentro do Carandiru, a dupla de rap 509-E, passando a fazer shows na periferia de São Paulo; e de um juiz que acredita num modelo alternativo de ressocialização dos encarcerados, permitindo que os rappers, mesmo cumprindo pena em regime fechado, possam sair para fazer shows.

A diretora Luciana Burlamaqui acompanhou a vida desses personagens por nove anos. Filmando sozinha, ela mesma operando uma discreta câmera digital e a captação do som, Luciana consegue como resultado uma relação intimista com seus personagens principais, Sophia e Dexter, que vivem um relacionamento de caráter duplo: conjugal e profissional (Sophia se torna empresária da dupla de rappers, que faz sucesso nas periferias de São Paulo), uma história de amor e de conflito, marcada pelas contradições entre pessoas de classes sociais distintas, de trajetórias diferentes e pela luta por dar sentido à vida em meio às tragédias e desafios sociais e individuais.

O filme, portanto, relaciona a vida cotidiana dos personagens com questões políticas, sociais e existenciais, abrangendo temas que vão desde o crime e a violência, o sistema carcerário e a sua relação com o poder judiciário, até a arte e a música como motivadoras de reintegração social e a força dos dramas mais humanos na luta por existir segundo seus próprios sonhos e visões de mundo.

Entre a Luz e a Sombra estreou em 2007, no IDFA, Festival Internacional de Documentários de Amsterdã, um dos mais importantes do mundo. Participou de vários outros festivais no Brasil e no exterior, obtendo prêmios tais como Prêmio do Público de Melhor Documentário e uma Menção Especial do Júri no 17º Festival de Cinemas e Culturas da América Latina de Biarritz (França), entre outros.

 

 

 

 

 

 

AGOSTO, sáb, dia 5:

Cinematógrafo_AGOSTO

Nota dos curadores:

O Segredo das Águas (2014), longa de ficção da diretora japonesa Naomi Kawase, produz, através da especificidade sensorial do cinema, uma experiência poética que realiza uma síntese muito própria da universalidade da vida. Ambientado nas Ilhas do sul do Japão, a exuberância serena das florestas e a instabilidade bela e desafiadora do mar ora calmo ora agitado, nos aparecem como metáforas próprias do nosso imaginário praiano tropical. O estilo, câmera na mão e ritmo sutil, aliado a um olhar poético existencial, compõe uma visão de mundo sobre a vida: seus medos e desafios, a descoberta da impetuosa e inquietante sexualidade juvenil, a sábia melancolia da velhice, e a morte – a morte como uma presença que assusta e liberta, que entristece e anima.

 

Localização:

 

 

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