Sessão vibrante do CinematograFinho de setembro exibiu filme do mestre Miyazaki

Cinematografinho Cartaz Geral

O universo da infância no Cinema para crianças e adultos, juntos! Essa é a novidade que propõe o CinematograFinho, mostra de filmes que acontece uma vez por mês, aos sábados (no segundo sábado do mês), na Saladearte – Cinema do Museu, situada no Corredor da Vitória.  A primeira sessão foi em agosto, com o filme “Filhos do Paraíso”, comovente drama do diretor iraniano Majid Majid. A segunda sessão, que aconteceu no dia 15 de setembro, apresentou “Meu Vizinho Totoro”, do mestre da animação japonês Hayao Miyazaki. A sessão foi tão concorrida que uma sessão extra foi programada para o sábado seguinte, no dia 22.

A ideia é, a cada mês, divulgar a programação e inventar formas de reunir adultos e crianças num programa cultural, juntos! A programação pode ser acompanhada no site do Cinematografinho: https://cinematografo.art.br/

E seguindo a mostra nas redes: no Facebook e no Instagram.

Nas fotos: crianças e adultos conversam sobre o filme e desenham juntos depois da sessão!

 

A curadoria do CinematograFinho, é dos cineastas e pesquisadores Camele Queiroz e Fabricio Ramos. Para Camele, aliás, “o CinematograFinho nos parece, sem dúvida, a ação mais desafiadora, a que mais exige de nós, pois busca incentivar nas crianças uma relação mais duradoura e reflexiva com os filmes e com o cinema, ao mesmo tempo em que quer ser um programa interessante também para jovens e adultos”.

Para os curadores, o desafio de tornar o CinematograFinho um programa de interesse comum para crianças, jovens e adultos, exige cuidados e ações especiais que vão desde a criteriosa escolha dos filmes, que devem trazer temas e formas que não se reduzam à estética infantil dominante, até a adaptação atenciosa das legendas, aumentando sua duração e modificando certas expressões para favorecer a leitura das crianças. O trabalho em cima das legendas é fundamental, diz Camele, pois, “nos casos de filmes de outros países, possibilita às crianças que começam a exercitar a leitura verem filmes nos idiomas originais, experimentarem sonoridades e ritmos próprios de cada língua, tendo contato com outras culturas de forma mais viva e sem sacrificar tanto a atenção às imagens”, comenta a curadora. Aliás, completa Camele, o CinematograFinho possibilita o acesso a filmes que dificilmente estariam disponíveis para serem vistos numa sala de cinema. Oferece, portanto, uma oportunidade!

Para Fabricio Ramos, “o esforço do CinematograFinho é o de aliar um programa lúdico que, ao mesmo tempo, valoriza os sentimentos de inquietude e de curiosidade inerentes às crianças, mas também aos adultos que não se deixam acomodar e se alegram diante da grande novidade que o mundo oferece ao olhar e à vida a cada instante”.

A Saladearte – Cinema do Museu, inclusive, orienta o espaço para atender a demanda especial, oferecendo condições para conversas após as sessões, reunindo crianças e adultos, para aqueles que quiserem estender a experiência trocando as primeiras impressões sobre o filme.

Os ingressos são vendidos no local e a programação mensal do CinematograFinho pode ser conferida no site do Circuito Saladearte e na página da mostra nas redes sociais. O CinematograFinho é fruto da parceria entre o Circuito Saladearte, o Cinematógrafo e a Escola Via Magia.

FOTOS da Sessão de setembro, que apresentou “Meu Vizinho Totoro”, de Hayao Miyazak:

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Segunda Sessão do CinematograFinho apresenta “Meu Vizinho Totoro”, obra do mestre da animação Hayao Miyazaki

Novidade em Salvador: Universo da infância para crianças e adultos curtirem juntos o cinema nas tardes de sábado

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O universo da infância no Cinema para crianças e adultos, juntos! Essa é a novidade que propõe o CinematograFinho, mostra de filmes que acontece aos sábados, uma vez por mês, na Saladearte — Cinema do Museu, situada no Corredor da Vitória. A primeira sessão foi em agosto, com o filme “Filhos do Paraíso”, comovente drama do diretor iraniano Majid Majidi. A segunda sessão, que será no dia 15 de setembro, apresenta “Meu Vizinho Totoro”, do mestre da animação japonês Hayao Miyazaki. O filme é um lindo e poético drama sobre o poder da imaginação e sobre a nossa relação com a natureza, a família e a vida.

A iniciativa é um desdobramento do Cinematógrafo, mostra também mensal que acontece desde 2016 em Salvador, mas que é voltada para um público de jovens e adultos, exibindo filmes que suscitem questões e reflexões sobre as relações entre cinema, arte, política e aspectos da vida cotidiana.

A curadoria, tanto do Cinematógrafo quanto do CinematograFinho, é dos cineastas e pesquisadores Camele Queiroz e Fabricio Ramos. Para Camele, aliás, “o CinematograFinho nos parece, sem dúvida, a ação mais desafiadora, a que mais exige de nós, pois busca incentivar nas crianças uma relação mais duradoura e reflexiva com os filmes e com o cinema, ao mesmo tempo em que quer ser um programa interessante também para jovens e adultos”.

Para os curadores, o desafio de tornar o CinematograFinho um programa de interesse comum para crianças, jovens e adultos, exige cuidados e ações especiais que vão desde a criteriosa escolha dos filmes, que devem trazer temas e formas que não se reduzam à estética infantil dominante, até a adaptação atenciosa das legendas, aumentando sua duração e modificando certas expressões para favorecer a leitura das crianças. O trabalho em cima das legendas é fundamental, diz Camele, pois, “nos casos de filmes de outros países, possibilita às crianças que começam a exercitar a leitura verem filmes nos idiomas originais, experimentarem sonoridades e ritmos próprios de cada língua, tendo contato com outras culturas de forma mais viva e sem sacrificar tanto a atenção às imagens”, comenta a curadora. Aliás, completa Camele, o CinematograFinho possibilita o acesso a filmes que dificilmente estariam disponíveis para serem vistos numa sala de cinema. Oferece, portanto, uma oportunidade!

Para Fabricio Ramos, “o esforço do CinematograFinho é o de aliar um programa lúdico que, ao mesmo tempo, valoriza os sentimentos de inquietude e de curiosidade inerentes às crianças, mas também aos adultos que não se deixam acomodar e se alegram diante da grande novidade que o mundo oferece ao olhar e à vida a cada instante”.

A Saladearte — Cinema do Museu, inclusive, orienta o espaço para atender a demanda especial, oferecendo condições para conversas após as sessões, reunindo crianças e adultos, para aqueles que quiserem estender a experiência trocando as primeiras impressões sobre o filme.

Os ingressos são vendidos no local e a programação mensal do CinematograFinho pode ser conferida no site do Circuito Saladearte e na página da mostra nas redes sociais. O CinematograFinho é fruto da parceria entre o Circuito Saladearte, o Cinematógrafo e a Escola Via Magia.

Sobre o Filme “Meu Vizinho Totoro”

 

A segunda sessão, que será no dia 15 de setembro, apresenta “Meu Vizinho Totoro”, do mestre da animação japonês Hayao Miyazaki. O filme é um lindo e poético drama sobre o poder da imaginação e sobre a nossa relação com a natureza, a família e a vida.

O filme, produzido e lançado em 1988 pelo Estúdio Ghibli, famoso por seus filmes sobre mundos de fantasia infantis, quase sempre protagonizados por crianças, mas com dramaticidade que atrai também o interesse de jovens e adultos.

Em “Meu Vizinho Totoro”, dirigido pelo japonês Hayao Miyazaki, um mestre dos filmes de animação, duas meninas se mudam com o pai para o interior do Japão, com o objetivo de ficar perto da mãe, que está internada em um hospital. Lá, elas viverão muitas aventuras ao lado de um simpático espírito protetor da floresta chamado Totoro, que vive em uma enorme árvore.

Para muitos, Totoro teria uma inspiração autobiográfica, aludindo ao período em que a mãe do diretor ficou internada por anos no hospital de Shichikokuyama, no Japão.

A classificação do filme é livre. A versão exibida é legendada (com legendas especialmente trabalhadas).

CinematograFinho — segunda sessão:

Filme: “Meu Vizinho Totoro” (1988, 85 min., Japão-EUA)

Onde: Na Saladearte — Cinema do Museu, Corredor da Vitória (Salvador).

Quando: dia 15 de setembro, sábado, às 15h.

Quanto custa: 12,00 a meia e 24,00 a inteira

Informações: contato@bahiadoc.com.br

Primeira sessão do CinematograFinho exibe “Filhos do Paraíso”. Dia 11/8 (sábado), na Saladearte Cinema do Museu

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No próximo dia 11 de agosto, às 16h30, o CinematograFinho na Saladearte – Cinema do Museu exibe o filme: “Filhos do Paraíso”. A classificação etária é livre e a versão é legendada especialmente para facilitar a leitura por parte das crianças. Ingressos à venda no local (o Cinema do Museu fica no Corredor da Vitória).

O Cinematografinho exibirá filmes que tematizam o universo infantil e/ou valorizem o olhar e o protagonismo de crianças, mas que sejam interessantes tanto para adultos, quanto para jovens e crianças.

O premiado filme iraniano “Filhos do Paraíso” (1998), nos conta a história de dois irmãos, Ali e Zahra, provenientes de uma família humilde de Teerã. Ali, um garoto de nove anos, leva ao sapateiro o par de sapatos velho da sua irmã mais nova Zahra, para reparos, mas o perde no caminho de casa. O detalhe: o sapatinho perdido é o único de Zahra. A partir daí os irmãos passam por muitas aventuras, estabelecendo-se uma cumplicidade sensível entre os dois.

A classificação indicativa é livre. A exibição será com áudio original e legendas em português. A Duração do filme é de 88 min. Colorido.

Mais sobre “Filhos do Paraíso”:

O filme é um retrato simultaneamente tocante e agudo, terno e profundo do universo da infância, equilibrando crítica social, sofrimento, alegria e sensibilidade. Estética e formalmente expressivo (uma marca do cinema iraniano), a obra aborda temas profundos de maneira simples, buscando falar às sensibilidades de todas as idades.

CinematograFinho: o universo da infância para crianças e adultos

g3545O cinema e o universo da infância sob o olhar tanto de adultos quanto de crianças, juntos! É o que propõe o CinematograFinho, mostra de filmes com sessões mensais, fruto da parceria entre o Circuito Saladearte, o Cinematógrafo e a Escola Via Magia.

A iniciativa, de certa forma, é um desdobramento do Cinematógrafo, mostra mensal que já acontece desde 2016 em Salvador, mas que é voltada para um público de jovens e adultos, e cuja curadoria é dos cineastas e pesquisadores Camele Queiroz e Fabricio Ramos. Para Camele, a experiência do Cinematógrafo inspirou o CinematograFinho.

O Circuito Saladearte, parceiro do Cinematógrafo, propôs a nova ação e busca envolver escolas que valorizam a arte como vivência formadora para pensar o formato da mostra, sempre aberto às dinâmicas que o desafio de reunir crianças e adultos num mesmo ambiente e em torno de uma mesma atividade colocam. Assim entrou a Escola Via Magia.

Para Camele, “os filmes do CinematograFinho valorizam o protagonismo do olhar da infância presente em todos nós, por isso interessante tanto para crianças quanto para jovens e adultos, independente das idades. A ideia é incentivar nas crianças, quem sabe, uma relação mais duradoura e reflexiva com os filmes e com o cinema. Para isso, inclusive, sempre que possível, adaptaremos as legendas para facilitar a leitura do público infantil”.

Para Fabricio Ramos, “o esforço do CinematograFinho é o de aliar um programa lúdico dando atenção ao sentimento de inquietude inerente à criança diante da grande novidade do mundo, inquietude da qual os adultos também não são isentos”.

O Circuito Saladearte propõe orientar o espaço para atender a demanda especial, oferecendo espaço para conversas após as sessões, reunindo crianças e adultos, para aqueles que quiserem estender a experiência de ver o filme trocando as primeiras impressões. Importante notar que o CinematograFinho possibilita o acesso a filmes que dificilmente estariam disponíveis para serem vistos numa sala de cinema. Oferece, portanto, uma oportunidade!

A primeira sessão será no dia 11 de agosto (sábado), na Saladearte – Cinema do Museu, às 16h30. Os ingressos serão vendidos normalmente e a programação mensal do CinematograFinho pode ser conferida no site do Circuito Saladearte e na página da mostra nas redes sociais.

Ingressos serão vendidos no local.

O filme exibido será “Filhos do Paraíso”, de Majid Majid (1998, Irã).

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O premiado filme iraniano “Filhos do Paraíso”, nos conta a história de dois irmãos, Ali e Zahra, provenientes de uma família humilde de Teerã. Ali, um garoto de nove anos, leva ao sapateiro o par de sapatos velho da sua irmã mais nova Zahra, para reparos, mas o perde no caminho de casa. O detalhe: o sapatinho perdido é o único de Zahra. A partir daí os irmãos passam por muitas aventuras, estabelecendo-se uma cumplicidade sensível entre os dois.

Mais sobre “Filhos do Paraíso”:

O filme é um retrato simultaneamente tocante e agudo, terno e profundo do universo da infância, equilibrando crítica social, sofrimento, alegria e sensibilidade. Estético e formalmente expressivo (uma marca do cinema iraniano), a obra aborda temas profundos de maneira simples, buscando falar às sensibilidades de todas as idades. A classificação indicativa é livre. A exibição será com áudio original e legendas em português. A Duração do filme é de 88 min. Colorido.

TRAILER: